Mostrando postagens com marcador revolução.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador revolução.. Mostrar todas as postagens

sábado, 14 de janeiro de 2012

Manifesto dos Iguais.

  Um ótimo texto feito por Gracchus Babeuf, Marxista Francês, ao povo do seu país. Aproveitem!


''Povo da França!

Durante perto de vinte séculos viveste na escravidão e foste por isso demasiado infeliz. Mas desde há seis anos que respiras afanosamente na esperança da independência, da felicidade e da igualdade.

A igualdade! - primeira promessa da natureza, primeira necessidade do homem e elemento essencial de toda a legítima associação! Povo da França, tu não ficaste mais favorecido do que as outras nações que vegetam sobre esta mísera terra! Sempre e em qualquer lado, a pobre espécie humana, vítima de antropófagos mais ou menos astutos, foi joguete de todas as ambições, pasto de todas as tiranias. Sempre e em qualquer lado se adulou os homens com belas palavras, mas nunca e em lugar nenhum obtiveram eles aquilo que, através das palavras, lhes prometeram. Desde tempos imemoriais se vem repetindo hipocritamente: os homens são iguais. Mas desde há longo tempo que a desigualdade mais vil e mais monstruosa pesa insolentemente sobre o gênero humano.

Desde a própria existência da sociedade civil, o atributo mais belo do homem vem sendo reconhecido sem oposição, mas nem uma só vez pôde ver-se convertido em realidade: a igualdade nunca foi mais do que uma bela e estéril ficção da lei. E hoje, quando essa igualdade é exigida numa voz mais forte do que nunca, a resposta é esta: "Calai-vos, miseráveis! A igualdade não é realmente mais do que uma quimera; contentai-vos com a igualdade relativa: todos sois iguais em face da lei. Que quereis mais, miseráveis?" Que mais queremos? Legisladores, governantes, proprietários ricos; é agora a vossa vez de nos escutardes.

Todos somos iguais, não é verdade? Este é um princípio incontestável, porque ninguém poderá dizer seriamente, a não ser que esteja atacado de loucura, que é noite quando se vê que ainda é dia. Pois bem, o que pretendemos é viver e morrer iguais já que como iguais nascemos: queremos a igualdade efetiva ou a morte.

Não importa qual o preço, mas havemos de conquistar essa igualdade real. Ai daqueles que se interponham entre ela e nós! Ai de quem se oponha a um juramento formulado desta forma!

A Revolução Francesa não é mais do que a vanguarda de outra revolução maior e mais solene: a última revolução.

O povo passou por cima dos corpos do rei e dos poderosos coligados contra ele; e assim acontecerá com os novos tiranos, com os novos tartufos políticos sentados no lugar dos velhos.

De que mais precisamos além da igualdade de direitos?

Temos apenas necessidade dessa igualdade, da qual resulta a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão: queremos vê-la entre nós, sob o teto das nossas casas. Estamos dispostos a tudo, a fazer tábua-rasa de tudo o mais, apenas para conservar a igualdade. Pereçam, se for necessário, todas as artes, desde que se mantenha de pé a igualdade real!

Legisladores e governantes, com tão pouco engenho como boa fé, proprietários ricos e sem coração, em vão tentais neutralizar a nossa sagrada missão dizendo: "Eles não fazem mais do que reproduzir aquela lei agrária exigida já por diversas vezes no passado".

Caluniadores, calai-vos pela vossa parte e, em silêncio de confissão, escutai as nossas pretensões, ditadas pela natureza e baseadas na justiça.

A lei agrária, ou a divisão da terra, foi aspiração momentânea de alguns soldados sem princípios, de algumas populações incitadas pelo seu instinto mais do que pela razão. Nós temos algo de mais sublime e de mais eqüitativo: o bem comum, ou a comunidade de bens! Nós reclamamos, nós queremos desfrutar coletivamente dos frutos da terra: esses frutos pertencem a todos.

Declaramos que, posteriormente, não poderemos permitir que a imensa maioria dos homens trabalhe e esteja ao serviço e ao mando de uma pequena minoria.

Há muito tempo já que menos de um milhão de indivíduos tem vindo a dispor de quanto pertence a mais de vinte milhões de semelhantes seus, de homens que são em tudo iguais a eles.

Devemos pôr termo a este grande escândalo, que os nossos netos não quererão acreditar possa ter existido! Devemos fazer desaparecer, finalmente, essas odiosas distinções de classes entre ricos e pobres, entre grandes e pequenos, entre senhores e servos, entre governantes e governados.

Que entre os homens não exista mais nenhuma diferença do que aquela que lhes é dada pela idade e pelo sexo. E, porque todos temos as mesmas necessidades e as mesmas faculdades, que exista, portanto, uma única educação para todos e um idêntico regime de alimentação. Toda a gente se sente satisfeita por dispor do sol e do mesmo ar que respira. Porque não há de acontecer o mesmo com a quantidade e a qualidade dos alimentos?

Mas é verdade que já os inimigos da ordem de coisas mais natural que imaginar se possa protestam e clamam contra nós.

Desorganizadores e facciosos, dizem-nos eles, vós só desejais que exista anarquia e massacre.

Povo da França!

Não desejamos perder tempo a responder a esses senhores, mas a ti dizemos-te: a sagrada tarefa em que estamos empenhados não tem outro objetivo que não seja pôr termo às lutas civis e à miséria pública.

Nunca foi concebido e posto em execução um plano mais vasto do que este. De vez em quando, alguns homens de talento, homens inteligentes, falaram em voz baixa e temerosa desse plano. Mas nenhum deles, claro, teve a coragem necessária para dizer toda a verdade.

Chegou a hora das grandes decisões. O mal encontra-se no seu ponto culminante, está a cobrir toda a face da terra. O caos, sob o nome de política, há já demasiados séculos que reina sobre ela. Que tudo volte, pois, a entrar na ordem exata e que cada coisa torne a ocupar o seu posto. Ao grito de igualdade, os elementos da justiça e da felicidade estão a organizar-se. Chegou o momento de fundar a República dos Iguais, este grande refúgio aberto a todos os homens. Chegaram os dias da restituição geral. Famílias sacrificadas, vinde todas sentar-vos à mesa comum posta para todos os vossos filhos.

Povo da França!

A ti estava, pois, reservada a mais esplendorosa de todas as glórias! Sim, tu serás o primeiro que oferecerá ao Mundo este comovedor espetáculo.

Os hábitos inveterados, os antigos preconceitos, farão novamente tudo para impedir a implantação da República dos Iguais. A organização da igualdade efetiva, a única que satisfaz todas as necessidades sem provocar vítimas, sem custar sacrifícios, talvez em princípio não agrade a todos. Os egoístas, os ambiciosos, rugirão de raiva. Os que conquistaram injustamente as suas possessões dirão que está a cometer-se uma injustiça em relação a eles. Os prazeres individuais, os prazeres solitários, as comodidades pessoais, serão motivo de grande pesar para os indivíduos que sempre se caracterizaram pela sua indiferença ante os sofrimentos do próximo. Os amantes do poder absoluto, os miseráveis partidários da autoridade arbitrária, baixarão pesarosos as suas soberbas cabeças perante o nível da igualdade real. A sua visão estreita dificilmente penetrará no próximo futuro da felicidade comum. Mas que podem fazer alguns milhares de descontentes contra uma massa de homens completamente satisfeitos de terem procurado durante tanto tempo uma felicidade que sempre tiveram à mão?

Logo que se verificar esta autêntica revolução, estes últimos, estupefatos, dirão uns aos outros: "Como custava tão pouco conseguir a felicidade comum! Era necessário apenas ter o desejo de alcançá-la. E por que não fizemos isso há mais tempo?" Será preciso repetir sempre uma e outra vez? Sim, sem dúvida, basta que sobre a terra um homem seja mais rico e mais poderoso do que os seus semelhantes, do que os seus iguais, para que o equilíbrio se quebre e o crime e a desgraça invadam o Mundo.

Povo da França!

Quais os sinais que nos permitem reconhecer as qualidades de uma Constituição? Aquela que se apóia integralmente sobre a igualdade é, na realidade, a única que te convém, a única que satisfaz as tuas aspirações.

As cartas aristocráticas dos anos 1791 e 1795, em vez de romper as tuas cadeias, vieram consolidá-las. A de 1793 supôs ser um grande passo no sentido da igualdade real, mas não conseguiu todavia esse objetivo e não apontou diretamente para a igualdade comum, embora consagrasse solenemente o grande princípio dessa igualdade.

Povo da França!

Abre os olhos e o coração para a plenitude da felicidade; reconhece e proclama conosco a República dos Iguais.''

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

O que é ser um Jovem Comunista, de acordo com Chê Guevara.

  Faço esse texto uma síntese do pensamento de Chê Guevara sobre o que é ser um Jovem Comunista. Não concordando ou discordando mas, mostrando a posição do revolucionário de acordo com o tema. Aliás, como é ser um jovem comunista para um revolucionário como esse?

  Primeiramente, ele deve ter honra em ser um jovem comunista. Não deve esconder essa condição, não deve ser um jovem comunista escondido, deve ter interesse em demostrar que é, e que sente orgulho em ser.

  Trás um grande dever de responsabilidade na sociedade comunista que está a se construir com os nossos semelhantes. Junto, grande responsabilidade na questão social, resolvendo e interpretando os problemas em defesa do povo, e sempre buscando a justiça. Espírito inconformado com tudo que há de ruim. Questionar tudo que não está visível. Combater sempre o conformismo e qualquer tipo de ação contrária ao povo ou à revolução. Estar sempre aberto a novas ideias e novas experiências. Segundo ele: ''Estar sempre aberto para receber as novas experiências, para conformar a grande experiência da humanidade, que leva muitos anos a avançar pela senda do socialismo, às condições concretas do nosso país,[...] E pensar -todos e cada um- como irmos mudando a realidade, como irmos melhorando-a.''

  O jovem comunista deve também sempre ser o primeiro. Ser o melhor em tudo. Claro que nem sempre se pode ser o primeiro mas, é possível estar sempre entre os primeiros, o grupo da vanguarda. Sendo assim, um exemplo, um espelho, para os outros jovens, para mostrar aos mais velhos que já perderam o seu entusiasmo com a juventude e com o estímulo do exemplo vão reagir bem.

  Um espírito de sacrifício, não só para as situações históricas mas, para todos os momentos. Ajudar seus companheiros de estudo, de trabalho. E estar sempre atento à massa humana que o rodeia.

  Como o revolucionário disse:
''[...] apresenta-se a todo jovem comunista a tarefa de ser essencialmente humano, ser tam humano que se aproxime ao melhor do humano, purificar o melhor do homem por meio do trabalho, do estudo, do exercício de solidariedade continuada com o povo e com todos os povos do mundo, desenvolver ao máximo a sensibilidade até se sentir angustiado quando um homem é assassinado em qualquer canto do mundo e para se sentir entusiasmado quando em algum canto do mundo se alça uma nova bandeira de liberdade.''



Por: Uriel Dias de Oliveira

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

A revolução, as armas, e a questão do proletário.

  Na cabeça de alguns esquerdistas, a revolução armada é o melhor jeito de levar a esquerda ao poder, quase uma fórmula mágica. Mas, será que as armas são necessárias à causa da revolução? Como o proletariado reage? Será que é o único jeito? Por que não usar?

  Primeiro, a luta armada é comandada pela vanguarda, e tem pouco apoio concreto do povo. E, do Golpe contra a Assembléia Geral dos sovietes até os golpecos para manter o controle de misérias estudantis, o que moveu essa vanguarda da luta armada é que o proletariado não é capaz de se libertar, e que só elas sabem o que é bom para todos. Aliás, acreditam que todo meio é válido para mostrar o caminho correto para os proletários ignorantes.

  A partir do momento que um grupo passa a comandar as necessidades e os desejos do povo, a revolução deixa de ser um movimento popular em prol das massas, e passa a ser um movimento defendido por um grupo, que não possuem razão mas, possuem armas.

  Quando o povo oprimido levanta armas ao opressor, assume uma característica de semelhante opressor. E o objetivo da revolução não é acabar com o poder dos opressores? No caso, só estaria criando outro grupo de pessoas com o poder na mão. Uma revolução não pode ser feita por opressores mas, por oprimidos.

  A crença de que os proletariados precisam de uma vanguarda armada lutando por eles é característica da perda de fé neles. Surge o sentimento, quando o povo não dá razão às lideranças revolucionárias, os vanguardistas fazem uma revolução em favor ao proletariado, que por fim, torna-se contra eles.

  Há aqueles que só acreditam no poder das armas. Mas, a minha fé no proletário me impede de apunhá-las. O povo não precisa de armas. O povo não precisa de vanguarda. Do que o povo precisa, então?

  A luta armada deve ser usada em tempos de repressão fascista. Assim como nos Estados totalitaristas, como foi a Alemanha nazista. No caso, só as armas poderiam salvar o povo.

  Hoje, não é tempo de repressão como ocorrera na Alemanha, hoje o problema do povo é que ele é manipulado pelo sistema e alienado à sua realidade. O revolucionário e o povo não precisam de armas-de-fogo para acabar com a manipulação ou com a alienação. No caso, as únicas armas corretas são o senso crítico e a consciência.

  Mas, para que a revolução ocorra é necessário que todos os brasileiros de juntem em uma unidade. Um revolução em que 90% lutam sob bandeiras diferentes, não dá certo. E se for feita, se tornará opressora. Mas, uma revolução em que todo o povo está em defesa de só uma bandeira, e só uma causa, é a, propriamente dita, revolução pelo proletariado.


Por: Uriel Dias de Oliveira 

terça-feira, 15 de novembro de 2011

As propostas do projeto Vênus

   O projeto Vênus é uma organização criada por Jacque Fresco e Roxane Meadows que tem como objetivo mostrar ao mundo uma alternativa para a resolução dos problemas sociais através de uma economia baseada em recursos.

   O projeto Vênus visa acabar com a escassez de recursos,através do fim do sistema monetário. .A natureza nos dá tudo que queremos de graça e não precisamos de dar um valor aos recursos oferecidos pela mesma,segundo o projeto.Por exemplo,se você se perder numa ilha que tenha dinheiro de sobra,mas não tiver os recursos necessários a vida humana o dinheiro não adiantará de nada.Mas se essa ilha não tiver dinheiro mas os recursos necessários a vida humana,você conseguirá viver sem muitos problemas.

   Segundo o projeto Vênus,já temos tecnologia o suficiente para produzir em abundância todos os bens de consumo necessários a população terrestre.O problema é a distribuição desses bens de consumo,que em um sistema baseado no lucro é impossível chegar a todas as pessoas,pois quem tem mais dinheiro sempre obterá mais do que quem tem menos.Para resolver esse problema seriam criados os centros de acesso,onde qualquer pessoa poderia obter o que quisesse sem pagar nada ou se endividar.

   Na sociedade baseada em recursos a ciência e a tecnologia seriam usadas para o bem de todos os habitantes da Terra e não para uma empresa se manter competitiva diante do mercado capitalista.

   Nessa sociedade não haveriam mais leis e,consequentemente,não haveriam mais policiais nem exércitos.Os ativistas do projeto dizem que as leis são uma forma de a humanidade não resolver os verdadeiros problemas,empurrando-os para "debaixo do tapete".Por exemplo,não adianta mandar as UPPs para as comunidades carentes enquanto os problemas educacionais no Brasil não estiverem resolvidos,segundo o projeto.

  Em uma sociedade baseada em recursos a grande maioria dos trabalhos exercidos por seres humanos seriam extintos por não serem mais necessários a sociedade(banqueiros administradores de empresas,oficiais do exércitos,advogados).O trabalho bruto que é feito pelo proletariado seria exercido por máquinas e cada pessoa poderia trabalhar apenas naquilo que gosta, o que traria o potencial máximo nas capacidades de cada  ser humano.

  Nessa sociedade também não haveria mais nações,apenas uma chamada Terra.Todos poderiam desfrutar dos recursos oferecidos pelo planeta sem distinção de etnia,nacionalidade(pois esse conceito seria eliminado numa sociedade sem países) ou qualquer outro tipo de preconceito.

  A sociedade sugerida pelo projeto seria anárquica e a política seria extinta,pois não haveria mais necessidades de se formular leis.As pessoas não cometeriam mais crimes,pois 90% dos crimes não teriam mais motivos para serem cometidos com o fim do sistema monetário e os outros seriam resolvidos usando a razão e o estudo para combatê-los,segundo o projeto.

   Na sociedade baseada em recursos,antes de qualquer projeto ser colocado em prática seriam pensados os efeitos que poderiam ser causados a natureza,diferente dos produtos disponíveis hoje no mercado que são feitos para estragarem rápido e virarem lixo poluente,segundo o projeto.Todas as ações sociais seriam pensadas em conjunto com a natureza.Por exemplo,não haveriam mais carros movidos a gasolina,mas movidos a eletricidade.As usinas hidrelétricas e termelétricas seriam abolidas e as energias solar,eólica e muitos outros tipos formariam as fontes padrão de energia.

   O projeto Vênus se encontra como uma alternativa ao capitalismo em crise.Muito semelhante,porém diferente do comunismo,está muito popular entre a juventude revolucionária e cada vez mais ganha fama.Com idéias a favor do desenvolvimento sustentável e fim do sistema monetário,é um dos principais projetos do século XXI contra o capitalismo.

 

Obs:Para saber mais acesse

  http://movimentozeitgeist.com.br/
 http://www.thevenusproject.com/




Por:Lucas Rodrigues

sábado, 20 de agosto de 2011

Sociedade atual:alienação e passividade

  Vivo em uma juventude com ideologias bem diferentes das gerações passadas.Talvez porque nos últimos 20 anos não tivemos grandes movimentos revolucionários como nas décadas de 70 e 80 pelo país.A passividade e a alienação dessa geração me impressiona.As pessoas acreditam em tudo que veem na TV sem nenhum senso crítico.Além do mais, poucos jovens gostam de estudar hoje,muito influenciados por Hollywood, que passa uma imagem negativa dos estudiosos.
  
  Os ensinamentos capitalistas já começam na escola onde os professores dizem que devemos trabalhar para ganhar dinheiro e comprar o que queremos,quando o discurso correto seria que trabalhassemos para contribuir com a sociedade. Que é o tradicional, ''Ser alguém da vida''. Será que isso é ser alguém? Não seria um 'Ser mais alguém', sem diferença dos outros. Pensando igual, pensando nada longe.Pensando de modo errado, colocando a religião antes da razão.

  As pessoas preferem saber quem matou a Norma na novela do que ler um bom livro.A época das eleições é o tempo mais fácil de se perceber a alienação da população.Quando uma pessoa vota em candidatos como Jair Bolsonaro,Tiririca e Fernando Collor fica clara a falta de informação dessa pessoa.

  O uso de "roupas de marca" é uma coisa antiga,mas que se intensificou muito na sociedade atual.As pessoas acham que é onda pagar para divulgar uma marca.Os capitalistas conseguiram enganar as pessoas colocando na mente delas que a moda é pagar para dar lucro a uma empresa..Não somos mais marcados pelo que somos,mas sim pelo que temos.Hoje você é o que você tem.

  O único modo de acabar com toda essa alienação e passividade seria através de um movimento revolucionário liderado por pessoas não alienadas.Toda essa forma de viver em volta do capitalismo deve acabar.Eu Lucas Rodrigues defendo um socialismo diferente dos já implantados,com algumas reformas,sendo mais democrático.

  Essa é a vida em torno do capital; Capitalismo! Por isso cabe a nós, juventude e os que já passaram da idade, mudar o nosso país! Idenpendete de por meios democráticos, como o voto, ou por meio de uma revolução. Hoje em dia o grande, talvez maior, problema do Brasil em dias atuais é o brasileiro. Não generalizo, até explico... O brasileiro acomodado! Esse é o pior de todos os brasileiros. Depois vem o conservador... Gente, conservadorismo é burrice! Não há como evoluir conservando! E ainda há aqueles que se desviam de seus objetivos. Bom, estou falando especialmente de um Partido político, PT, começou sendo o representante das classes mais baixas. Hoje em dia, defende mízeros aumentos no salário mínimo, um Bolsa-família fraco e imprudente, o latifúndio...

  O nome do blog se dá em função disto! Proponho, aqui, uma revolução, visando um Estado que use a razão, e tal coisa se chegará por meio da juventude. Cabe a nós lutar. Lutar não pela evolução do país mas, lutar pela consciência do povo brasileiro, pela informação do mesmo, e pela qualidade vida também! Estaremos, pois, lutando contra a relação hierárquica nessa desigualdade social, a qual a juventude, e os ativistas, exercem um brilhante, e gigantesco trabalho! Acredito pois, numa sociedade de direitos iguais a todos, sejam Homossexuais, negros, asiáticos, ou até nazistas! Acredito, pois, numa sociedade que preze a liberdade, a ética e a razão. Defendo o socialismo libertário!

 Por: Lucas Rodriguês e Uriel Dias.