Examinamos agora, mais de perto, o que seria uma sociedade comunista em seus fundamentos.
O fundamento principal da sociedade comunista é a disposição igualitária de todos os meios, sejam os meios de troca ou meios de produção, que servem em completo à toda sociedade, e não à um único grupo burguês, que possui a propriedade privada. Mas, o que devemos entender como ''toda sociedade'' ?
Bem, como explicado, a sociedade comunista não possui classes, portanto, significa todas as pessoas que pertencem ao regime. Desse modo, a sociedade se transforma em uma imensa e forte comunidade fraternal e igualitária, de modo que não exista a dispersão da população, e por muito menos a anarquia, tanto de produção, quanto de distribuição. Considerando, só o regime comunista pode organizar de maneira correta a produção.
No regime, não haverá o antagonismo entre as classes, já que não haverá mais a ''eterna luta entra as classes'', considerando que as fábricas e meios de produção não pertencerão ao patrão mas, à toda a população no regime. Sendo assim, cada setor da economia é uma seção que compõe uma grande oficina popular, que representa toda a economia geral.
Claro que a organização da economia necessita de um programa geral de produção. Se todas as fábricas pertencem à mesma associação, é necessário a organização na partilha da força de trabalho nos diferentes ramos da associação, a decisão de quais produtos fabricar e em qual quantidade, como e onde dirigir as forças técnicas, e assim em diante. Tudo deve ser calculado previamente, e tudo feito conforme o calculado.
Se não é feito como calculado, sem cálculo exato, e sem organização, torna-se uma anarquia. E, no regime comunista, existe esse plano para evitar a anarquia de produção e de distribuição. Tudo é distribuído, e produzido, como o planejado.
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
domingo, 12 de fevereiro de 2012
O fim do capitalismo e a base do comunismo.
Sabemos que o regime capitalista precisa acabar. E, encontramos dois motivos para o fim dele, que são as suas duas contradições principais. Uma delas é a anarquia de produção, que gera concorrência, crises e guerras. A outra, é um caráter inevitável dentro deste regime, a luta entre as classes: dominantes e dominadas. O capitalismo é como uma máquina. Caótica, em que as suas peças não encaixam perfeitamente, o que produz as falhas.
Com a queda da sociedade capitalista, necessitaríamos de um novo regime. Há várias correntes ideológicas que tratam disso. E, assim, são vários também os regimes propostos. Nós, como comunistas, devemos considerar que a melhor opção é comunismo. E uma sociedade comunista não pode ser fundamentada nos mesmo erros da antiga sociedade capitalista.
Para conseguirmos ignorar as contradições da antiga sociedade, devemos ter, como base do comunismo, as seguintes características para a sociedade:
1- Deve ter a produção organizada. Para que não seja um anarquia de produção, que gera crises e guerras.
2- Não será uma sociedade dividida em classes. E deverá ser organizada na sua distribuição de recursos, para que ocorra igualmente à todos, e todos tenham os mesmos lucros.
Uma sociedade assim possui toda a igualdade e fraternidade para durar muitas eras, pois não teremos as mesmas contradições do capitalismo. Contradições que poderiam levar à sua queda, e, consequentemente, seu fim.
Por: Uriel Dias de Oliveira
Com a queda da sociedade capitalista, necessitaríamos de um novo regime. Há várias correntes ideológicas que tratam disso. E, assim, são vários também os regimes propostos. Nós, como comunistas, devemos considerar que a melhor opção é comunismo. E uma sociedade comunista não pode ser fundamentada nos mesmo erros da antiga sociedade capitalista.
Para conseguirmos ignorar as contradições da antiga sociedade, devemos ter, como base do comunismo, as seguintes características para a sociedade:
1- Deve ter a produção organizada. Para que não seja um anarquia de produção, que gera crises e guerras.
2- Não será uma sociedade dividida em classes. E deverá ser organizada na sua distribuição de recursos, para que ocorra igualmente à todos, e todos tenham os mesmos lucros.
Uma sociedade assim possui toda a igualdade e fraternidade para durar muitas eras, pois não teremos as mesmas contradições do capitalismo. Contradições que poderiam levar à sua queda, e, consequentemente, seu fim.
Por: Uriel Dias de Oliveira
sábado, 4 de fevereiro de 2012
O que seria o ''Capital'' ?
O Capital é, antes de tudo, um valor determinado. Pode ser qualquer coisa. Exemplo, o capital pode ser dinheiro, pode ser uma fábrica, pode ser uma máquina, pode ser a mercadoria... E o capital é um valor que produz outro valor como consequência. A mais-valia.
No regime capitalista cada produto, cada máquina, cada edifício, representam um capital. Mas, não é sempre que representam. Se o regime fosse como o socialista, fraternal e igualitário, com distribuição de recursos também igualitária, das fábricas até as máquinas não seriam capital. Por que? Não serviriam mais para extrair lucro e jogá-lo na mão dos ricos. Nesse caso, as máquinas e construções não seriam mais propriedade privada de um seleto grupo, e, deixando de explorar trabalhadores e de produzir a mais-valia, descaracteriza-se como capital.
Não importa a forma desse valor (O capital), pode ser papel-moeda, em ouro e até bronze, é com ele que a classe capitalista compra a força de trabalho, a propriedade e o meio de produção. Como dito, pode ser também as máquinas e matérias-primas , que os operários, por meio da força de trabalho, transformam em mercadoria.
Frequentemente o capital deixa uma forma para tomar outra. Os meios pelo qual ocorrem esta transformação são:
1-O capitalista possui dinheiro. Ainda não comprou a força de trabalho, nem as máquinas, nem a fábrica, nem os materiais. O Capital está presente em forma de dinheiro.
2-Ele, então, contrata trabalhadores, compra as máquinas, adquire a fábrica e os materiais. Agora, ele não tem mais dinheiro. Em compensação, possui tudo para a sua produção, que há de começar. O Capital apresenta-se agora como Industrial.
Agora, começa o trabalho na fábrica. Os trabalhadores se dedicam, esgotando sua força de trabalho. As máquinas, sendo usadas, vão perdendo durabilidade. O edifício se corrói aos poucos. Os materiais vão se esgotando.
3- Então, a força de trabalho, as maquinarias, a industria, vão se transformando em mercadoria. Agora, essas mercadorias são o Capital, que deixa de ser a industrial e torna-se comercial. No caso, o capital muda de valor, assim como mudou suas características. Agora, foi-lhe acrescentado a mais-valia.
4- Não satisfeito, o fabricantes não faz mercadorias para seu uso pessoal, faz para o mercadoria. No começo, ele foi ao mercado como comprador, para conseguir máquinas e operários. Agora, vai na posição de vendedor, para lucrar com a sua produção. Ao vender a mercadoria, o capital passa novamente para a forma monetária.
Lembram que, no começo, ele tinha dinheiro, e depois mercadoria. A mercadoria, por sua vez, passou para dinheiro novamente. Mas, é a mesma quantidade de dinheiro? Não. Agora ele é mais, o Capital cresceu, porque lhe foi acrescentado a mais-valia.
O Capital é um circulo vicioso, que tende a crescer cada vez mais ao custo dos operários, com a mais-valia. É como uma bola de neve rolando em uma montanha de neve. Cada volta ela fica cada vez maior e mais poderosa - E é nessa bola de neve que necessitamos por um fim. A produção deve ser voltada às necessidades, e não aos lucros. Os produtos são feitos para serem vendidos, para gerar lucro. Quanto maior lucro, melhor: Uma corrida insensata atrás do lucro. A sede de lucro é o motor principal da produção no regime, e do próprio regime.
Por: Uriel Dias de Oliveira
No regime capitalista cada produto, cada máquina, cada edifício, representam um capital. Mas, não é sempre que representam. Se o regime fosse como o socialista, fraternal e igualitário, com distribuição de recursos também igualitária, das fábricas até as máquinas não seriam capital. Por que? Não serviriam mais para extrair lucro e jogá-lo na mão dos ricos. Nesse caso, as máquinas e construções não seriam mais propriedade privada de um seleto grupo, e, deixando de explorar trabalhadores e de produzir a mais-valia, descaracteriza-se como capital.
Não importa a forma desse valor (O capital), pode ser papel-moeda, em ouro e até bronze, é com ele que a classe capitalista compra a força de trabalho, a propriedade e o meio de produção. Como dito, pode ser também as máquinas e matérias-primas , que os operários, por meio da força de trabalho, transformam em mercadoria.
Frequentemente o capital deixa uma forma para tomar outra. Os meios pelo qual ocorrem esta transformação são:
1-O capitalista possui dinheiro. Ainda não comprou a força de trabalho, nem as máquinas, nem a fábrica, nem os materiais. O Capital está presente em forma de dinheiro.
2-Ele, então, contrata trabalhadores, compra as máquinas, adquire a fábrica e os materiais. Agora, ele não tem mais dinheiro. Em compensação, possui tudo para a sua produção, que há de começar. O Capital apresenta-se agora como Industrial.
Agora, começa o trabalho na fábrica. Os trabalhadores se dedicam, esgotando sua força de trabalho. As máquinas, sendo usadas, vão perdendo durabilidade. O edifício se corrói aos poucos. Os materiais vão se esgotando.
3- Então, a força de trabalho, as maquinarias, a industria, vão se transformando em mercadoria. Agora, essas mercadorias são o Capital, que deixa de ser a industrial e torna-se comercial. No caso, o capital muda de valor, assim como mudou suas características. Agora, foi-lhe acrescentado a mais-valia.
4- Não satisfeito, o fabricantes não faz mercadorias para seu uso pessoal, faz para o mercadoria. No começo, ele foi ao mercado como comprador, para conseguir máquinas e operários. Agora, vai na posição de vendedor, para lucrar com a sua produção. Ao vender a mercadoria, o capital passa novamente para a forma monetária.
Lembram que, no começo, ele tinha dinheiro, e depois mercadoria. A mercadoria, por sua vez, passou para dinheiro novamente. Mas, é a mesma quantidade de dinheiro? Não. Agora ele é mais, o Capital cresceu, porque lhe foi acrescentado a mais-valia.
O Capital é um circulo vicioso, que tende a crescer cada vez mais ao custo dos operários, com a mais-valia. É como uma bola de neve rolando em uma montanha de neve. Cada volta ela fica cada vez maior e mais poderosa - E é nessa bola de neve que necessitamos por um fim. A produção deve ser voltada às necessidades, e não aos lucros. Os produtos são feitos para serem vendidos, para gerar lucro. Quanto maior lucro, melhor: Uma corrida insensata atrás do lucro. A sede de lucro é o motor principal da produção no regime, e do próprio regime.
Por: Uriel Dias de Oliveira
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Sobre a exploração da força de trabalho. [2]
Relação entre a força de trabalho e a sociedade, e a mais-valia.
Vimos, também, que a contratação de um operário implica na compra de uma mercadoria, que é a força de trabalho. Mas, uma vez que a força de trabalho é convertida em mercadoria, todas as leis e regras aplicadas à mercadorias também lhe é aplicável.
Se a força de trabalho é uma mercadoria, e não pode ser produzida em fábricas, de onde se dá a sua produção?
Suponhamos que os operários já trabalharam demais, e que, exaustos, não conseguem mais. Quase se esgotou a sua força de trabalho. Pode-se comer, descansar, e regenerar as forças para que a força de trabalho volte, e que se possa exercer seu ofício novamente.
Portanto, a alimentação, a moradia, a alimentação e etc que são as necessidades básicas para se viver que representam o custo da força de trabalho do operário. Mas, podem se juntar com elementos de aprendizagem, no caso de trabalhadores qualificados. Por exemplo, a força de trabalho de uma pessoa que cursou uma faculdade é mais cara do que a força de trabalho da pessoa que só cursou o Ensino Médio.
Cada tipo de mercadoria tem uma valor diferente. Assim também é com a força de trabalho. Cada força de trabalho diferente possui um preço diferente. A força de trabalho de um pedreiro é diferente da força de trabalho de um professor, por exemplo.
Na fábrica, o dono compra os combustíveis, os materiais, as máquinas e tudo que é necessário para sua produção. Por fim, compra a força de trabalho dos operários. Logo, a produção pode começar. E essa é a vontade do fabricante. Os combustíveis vão se esgotando, os materiais acabando, as máquinas se desgastando, o prédio também. O operário já precisa repor suas energias. Em compensação, sai da fábrica uma mercadoria. E qual seu preço? É, também, o preço do combustível, o preço dos materiais, da mão-de-obra... Tudo isso é agregado ao valor da mercadoria.
Agora, vamos lançar um olhar para a sociedade inteira, já que não só o burguês ou o operário nos interessa. Devemos considerar os meios desta sociedade inteira, que é uma máquina capitalista. A classe capitalista faz trabalhar a classe operária, numericamente maior. Faz trabalhar em campos, fábricas, plantações, minas... Espalhados por todo o mundo, trabalhando como formigas, estão bilhões de operários. O capitalista o paga pela sua força de trabalho, que serve para o próprio capitalista, já que este valor será usado para o operário repor a sua força de trabalho. A classe operária não cria a sua própria renda com os produtos, ela cria a renda dos superiores, ela cria a mais-valia.
Essa mais-valia vai para o bolso dos superiores por vários meios... Uma parte é embolsada pelo seu próprio lucro, ou é embolsada pelo proprietário e possuidor da propriedade e da terra, outra vai para o Estado capitalista, por meio de impostos, outra é embolsado por todas as pessoas que prestam serviços, sejam de lazer ou de utilidade pessoal, aos operários. Desde palhaços de circo, e diaristas, até as acompanhantes. É por essa mais-valia que vivem muitos parasitas dos operários. Uma parte desta mais-valia é utilizada pelos próprios capitalistas. Seu capital cresce. Aumentam suas empresas, contratam mais mão-de-obra. Máquinas velhas são substituídas pelas novas. Um número maior de operários significa uma mais-valia maior. E, cada vez mais aparecem empresas capitalistas novas. Portanto, cada dia o capital progride mais. E a exploração do trabalho cresce proporcionalmente.
Vimos, também, que a contratação de um operário implica na compra de uma mercadoria, que é a força de trabalho. Mas, uma vez que a força de trabalho é convertida em mercadoria, todas as leis e regras aplicadas à mercadorias também lhe é aplicável.
Se a força de trabalho é uma mercadoria, e não pode ser produzida em fábricas, de onde se dá a sua produção?
Suponhamos que os operários já trabalharam demais, e que, exaustos, não conseguem mais. Quase se esgotou a sua força de trabalho. Pode-se comer, descansar, e regenerar as forças para que a força de trabalho volte, e que se possa exercer seu ofício novamente.
Portanto, a alimentação, a moradia, a alimentação e etc que são as necessidades básicas para se viver que representam o custo da força de trabalho do operário. Mas, podem se juntar com elementos de aprendizagem, no caso de trabalhadores qualificados. Por exemplo, a força de trabalho de uma pessoa que cursou uma faculdade é mais cara do que a força de trabalho da pessoa que só cursou o Ensino Médio.
Cada tipo de mercadoria tem uma valor diferente. Assim também é com a força de trabalho. Cada força de trabalho diferente possui um preço diferente. A força de trabalho de um pedreiro é diferente da força de trabalho de um professor, por exemplo.
Na fábrica, o dono compra os combustíveis, os materiais, as máquinas e tudo que é necessário para sua produção. Por fim, compra a força de trabalho dos operários. Logo, a produção pode começar. E essa é a vontade do fabricante. Os combustíveis vão se esgotando, os materiais acabando, as máquinas se desgastando, o prédio também. O operário já precisa repor suas energias. Em compensação, sai da fábrica uma mercadoria. E qual seu preço? É, também, o preço do combustível, o preço dos materiais, da mão-de-obra... Tudo isso é agregado ao valor da mercadoria.
Agora, vamos lançar um olhar para a sociedade inteira, já que não só o burguês ou o operário nos interessa. Devemos considerar os meios desta sociedade inteira, que é uma máquina capitalista. A classe capitalista faz trabalhar a classe operária, numericamente maior. Faz trabalhar em campos, fábricas, plantações, minas... Espalhados por todo o mundo, trabalhando como formigas, estão bilhões de operários. O capitalista o paga pela sua força de trabalho, que serve para o próprio capitalista, já que este valor será usado para o operário repor a sua força de trabalho. A classe operária não cria a sua própria renda com os produtos, ela cria a renda dos superiores, ela cria a mais-valia.
Essa mais-valia vai para o bolso dos superiores por vários meios... Uma parte é embolsada pelo seu próprio lucro, ou é embolsada pelo proprietário e possuidor da propriedade e da terra, outra vai para o Estado capitalista, por meio de impostos, outra é embolsado por todas as pessoas que prestam serviços, sejam de lazer ou de utilidade pessoal, aos operários. Desde palhaços de circo, e diaristas, até as acompanhantes. É por essa mais-valia que vivem muitos parasitas dos operários. Uma parte desta mais-valia é utilizada pelos próprios capitalistas. Seu capital cresce. Aumentam suas empresas, contratam mais mão-de-obra. Máquinas velhas são substituídas pelas novas. Um número maior de operários significa uma mais-valia maior. E, cada vez mais aparecem empresas capitalistas novas. Portanto, cada dia o capital progride mais. E a exploração do trabalho cresce proporcionalmente.
Sobre a exploração da força de trabalho.
Relação entre fabricantes, operário e força de trabalho.
Vimos, no outro texto, que o operário vende sua força de trabalho. E, se vende, é porque necessita dela para se sustentar, alimentar a família e sobreviver na sociedade. Há, portanto, uma importância da força de trabalho para o operário que tem ela. Ele depende totalmente de sua força de trabalho. Mas, aparece outra pergunta, por que o burguês compra a força de trabalho do operário?
Será que é porque os fabricantes desejam sustentar os trabalhadores esfomeados? De nenhum modo. Mas, porque querem tirar todo o lucro deles. Tudo feito na produção capitalista é feito para gerar lucro - desde quando procuram o melhor lugar para vender suas mercadorias até quando compram a força de trabalho de qualquer grupo de operários. Observamos, então, que não é a sociedade capitalista que produz todas as coisas que são necessárias para sua utilidade e sobrevivência. A sociedade sobrevive quando os fabricantes exploram os operários, tentando tirar o maior lucro possível deles.
Um grande exemplo disso é a produção de bebidas alcoólicas. Sabemos que não se tira nada de bom do alcoolismo. A bebida mistura com o volante, vemos que não trás bom resultado. E, sem contar os milhares de casos de pessoas bêbadas se matando, espancando uns aos outros... Pra que finalidade, portanto, o álcool continua sendo produzido e continua sendo uma droga legalizada? Pois trás o lucro dos fabricantes da bebida. Por incrível que pareça, burgueses conseguem tirar dinheiro até dentre os maiores males do povo.
Agora, necessitamos entender do lucro...
Ao vender o produto, o fabricante ganha lucro em dinheiro. E o que caracterizado o quando ele ganha é o preço da própria mercadoria. E qual lei define esse preço? Não há como responder, muitas coisas podem mudar esse preço, desde a sua produção, até o tipo da própria mercadoria e a procura do produto. Um exemplo é a, já conhecida, lei de de ''Oferta e procura'', onde quanto mais ''oferta''(quantidade de produtos fornecidos no mercado) menor é o preço, e quando mais a ''procura''(quantidade de pessoas atrás do produto) maior é o preço.
O texto está divido em partes, a segunda já está saindo.
Vimos, no outro texto, que o operário vende sua força de trabalho. E, se vende, é porque necessita dela para se sustentar, alimentar a família e sobreviver na sociedade. Há, portanto, uma importância da força de trabalho para o operário que tem ela. Ele depende totalmente de sua força de trabalho. Mas, aparece outra pergunta, por que o burguês compra a força de trabalho do operário?
Será que é porque os fabricantes desejam sustentar os trabalhadores esfomeados? De nenhum modo. Mas, porque querem tirar todo o lucro deles. Tudo feito na produção capitalista é feito para gerar lucro - desde quando procuram o melhor lugar para vender suas mercadorias até quando compram a força de trabalho de qualquer grupo de operários. Observamos, então, que não é a sociedade capitalista que produz todas as coisas que são necessárias para sua utilidade e sobrevivência. A sociedade sobrevive quando os fabricantes exploram os operários, tentando tirar o maior lucro possível deles.
Um grande exemplo disso é a produção de bebidas alcoólicas. Sabemos que não se tira nada de bom do alcoolismo. A bebida mistura com o volante, vemos que não trás bom resultado. E, sem contar os milhares de casos de pessoas bêbadas se matando, espancando uns aos outros... Pra que finalidade, portanto, o álcool continua sendo produzido e continua sendo uma droga legalizada? Pois trás o lucro dos fabricantes da bebida. Por incrível que pareça, burgueses conseguem tirar dinheiro até dentre os maiores males do povo.
Agora, necessitamos entender do lucro...
Ao vender o produto, o fabricante ganha lucro em dinheiro. E o que caracterizado o quando ele ganha é o preço da própria mercadoria. E qual lei define esse preço? Não há como responder, muitas coisas podem mudar esse preço, desde a sua produção, até o tipo da própria mercadoria e a procura do produto. Um exemplo é a, já conhecida, lei de de ''Oferta e procura'', onde quanto mais ''oferta''(quantidade de produtos fornecidos no mercado) menor é o preço, e quando mais a ''procura''(quantidade de pessoas atrás do produto) maior é o preço.
O texto está divido em partes, a segunda já está saindo.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Do trabalho assalariado.
Vimos, nos outros textos, que a Produção no regime e a Monopolização dos meios de produção são duas características do regime capitalista. Sendo que, a terceira, é um reflexo de ambos as características - O trabalho assalariado.
Sabemos que, os meios de produção são monopolizados, pelo que iremos chamar de burgueses, e esses possuem a propriedade privada, que caracteriza o meio de produção capitalista. Possui, pois, fábricas e máquinas trabalhando para ele. Os pequeno-artesãos e pequeno-agricultores que perderam seu espaço no mercado possuem agora duas opções: Ou trabalhar na casa de burguês e prestando serviços para outras pessoas, ou ir trabalhar para o burguês nas fábricas, tornando-se escravo do capital. Assim foi a origem do trabalho assalariado, a terceira característica do regime capitalista.
O que é o trabalho assalariado? Antigamente, ainda nos tempos em que a escravidão tomava todo o globo, podia-se vender e comprar cada servo e cada escravo. Sim, eram seres humanos transformados em mercadoria pelos seus senhores. O escravo não era nada, além de uma mercadoria. De acordo com alguns historiadores, o Império Romano dividia as propriedades necessárias ao trabalho em: ''instrumentos de trabalho mudo'', ou seja, as coisas, ferramentas; os ''instrumentos de trabalho semi-mudos'', que seriam os animais irracionais necessitados, os bois, as vacas; e os ''instrumentos de trabalho falantes'' que são, por fim, os escravos. Tudo possuía o mesmo valor significativo - Tudo podia ser comprado, vendido e trocado.
A diferença para o trabalho assalariado para o trabalho escravo é que o homem não é, propriamente, vendido ou comprado. Negocia-se, pois, a sua força de trabalho. O trabalhador assalariado é, portanto, livre. Não pode ser vendido, comprado ou obrigado à nada. Então, praticamente, o trabalhador aluga seus serviços em troca de um salário - Onde surge o nome, trabalhador assalariado. Seria essa uma liberdade? Como dizem os burgueses, ''Se não quiser, não trabalhe, ninguém te obriga'', e até mesmo insinuam que sustentam o trabalhador, dando-o condições de trabalhar para lucrar, dizendo que tanto operário quanto patrão estão no mesmo pé de igualdade.
Conhecendo a verdade, é visível que nem operário nem patrão estão em mesmo pé de igualdade. O trabalhador está ligado ao capital pela necessidade. Necessidade de comer, de sobreviver, de sentir prazer... Isto que os faz trabalhar, isto é, vender a força de trabalho. Não há outra escolha para o pobre operário pois, é impossível para ele organizar sua própria produção, já que os meios já pertencem aos particulares.
A liberdade que tem o trabalhador de vender sua força de trabalho e a liberdade que o patrão tem de comprá-las e essa ''igualdade'' que existe entre o patrão e o subordinado é uma cadeia do regime capitalista. Nessa cadeia, uma coisa depende da outra, uma não existe sem a outra. Pois, se uma deixar de existir, a cadeia cai. Por exemplo: Se o trabalhador para de vender sua força de trabalho, o patrão não pode comprá-la, e a suposta liberdade deixa de existir.
No capitalismo, aquele que trabalha não possui nenhum meio de produção. Não pode, pois, utilizar da sua força de trabalho para si mesmo. E, para não morrer de fome, vende-se para um patrão. E, há o surgimento de outro mercado, além o de comércio de mercadorias, o mercado que os proletários (trabalhador assalariado) vendem sua força de trabalho. Chegando a conclusão de que, a própria força de trabalho se converte em mercadoria.
Por: Uriel Dias de Oliveira
Sabemos que, os meios de produção são monopolizados, pelo que iremos chamar de burgueses, e esses possuem a propriedade privada, que caracteriza o meio de produção capitalista. Possui, pois, fábricas e máquinas trabalhando para ele. Os pequeno-artesãos e pequeno-agricultores que perderam seu espaço no mercado possuem agora duas opções: Ou trabalhar na casa de burguês e prestando serviços para outras pessoas, ou ir trabalhar para o burguês nas fábricas, tornando-se escravo do capital. Assim foi a origem do trabalho assalariado, a terceira característica do regime capitalista.
O que é o trabalho assalariado? Antigamente, ainda nos tempos em que a escravidão tomava todo o globo, podia-se vender e comprar cada servo e cada escravo. Sim, eram seres humanos transformados em mercadoria pelos seus senhores. O escravo não era nada, além de uma mercadoria. De acordo com alguns historiadores, o Império Romano dividia as propriedades necessárias ao trabalho em: ''instrumentos de trabalho mudo'', ou seja, as coisas, ferramentas; os ''instrumentos de trabalho semi-mudos'', que seriam os animais irracionais necessitados, os bois, as vacas; e os ''instrumentos de trabalho falantes'' que são, por fim, os escravos. Tudo possuía o mesmo valor significativo - Tudo podia ser comprado, vendido e trocado.
A diferença para o trabalho assalariado para o trabalho escravo é que o homem não é, propriamente, vendido ou comprado. Negocia-se, pois, a sua força de trabalho. O trabalhador assalariado é, portanto, livre. Não pode ser vendido, comprado ou obrigado à nada. Então, praticamente, o trabalhador aluga seus serviços em troca de um salário - Onde surge o nome, trabalhador assalariado. Seria essa uma liberdade? Como dizem os burgueses, ''Se não quiser, não trabalhe, ninguém te obriga'', e até mesmo insinuam que sustentam o trabalhador, dando-o condições de trabalhar para lucrar, dizendo que tanto operário quanto patrão estão no mesmo pé de igualdade.
Conhecendo a verdade, é visível que nem operário nem patrão estão em mesmo pé de igualdade. O trabalhador está ligado ao capital pela necessidade. Necessidade de comer, de sobreviver, de sentir prazer... Isto que os faz trabalhar, isto é, vender a força de trabalho. Não há outra escolha para o pobre operário pois, é impossível para ele organizar sua própria produção, já que os meios já pertencem aos particulares.
A liberdade que tem o trabalhador de vender sua força de trabalho e a liberdade que o patrão tem de comprá-las e essa ''igualdade'' que existe entre o patrão e o subordinado é uma cadeia do regime capitalista. Nessa cadeia, uma coisa depende da outra, uma não existe sem a outra. Pois, se uma deixar de existir, a cadeia cai. Por exemplo: Se o trabalhador para de vender sua força de trabalho, o patrão não pode comprá-la, e a suposta liberdade deixa de existir.
No capitalismo, aquele que trabalha não possui nenhum meio de produção. Não pode, pois, utilizar da sua força de trabalho para si mesmo. E, para não morrer de fome, vende-se para um patrão. E, há o surgimento de outro mercado, além o de comércio de mercadorias, o mercado que os proletários (trabalhador assalariado) vendem sua força de trabalho. Chegando a conclusão de que, a própria força de trabalho se converte em mercadoria.
Por: Uriel Dias de Oliveira
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Um pouco de história: Da transição do ofício para a manufatura, pontos, aspectos e consequências.
A manufatura se caracteriza em dividir o processo de produção do ofício tornando-o mais rápido e barato. Contextualizando, antes do processo de transição do ofício da idade média, para a manufatura, a oficina se baseava em três segmentos de trabalho, dos quais eram: Mestre, jornaleiro e aprendiz. Nessa relação, implicava que o mestre era o dono da oficina e que detinha o maior conhecimento sobre o ofício, mesmo sendo intitulado MESTRE ,não existia o sentimento nem o conceito dado ao “patrão” do século XX, pois então, um mestre não era um “patrão”moderno.
Seguindo esse raciocínio, a relação dentro da oficina, também se baseava no fato de não haver o sentimento de divisão do trabalho e lar – que se dá a partir do século XIX com o auge do capitalismo e a revolução industrial-, pois ambas as partes eram anexas, o que tinha como conseqüência o fato de que o trabalho não propriamente se misturava, isso principalmente para mestre e aprendiz que geralmente moravam juntos.
Dando sentido ao jornaleiro, este poderia ser tanto um mestre falido ou um aprendiz que não se tornou de fato mestre ao término do aprendizado. Trabalhava por dia, por isso o pseudônimo de “jornaleiro”, que advinha de jornal, no caso, todos os dias. Seguindo com as relações de trabalho na oficina, o aprendiz, este era alguém que havia sido indicado por outro mestre da região ou por alguém da própria família do mestre, por esse motivo muitas vezes mestre e aprendiz moravam juntos. O aprendizado durava de 7 a 8 anos para ter a POSSIBILIDADE de se chegar ao titulo de mestre.
Para isso havia uma avaliação do aprendizado, essa avaliação se dava pela presença de todos os mestres da região, e se chamava “banca” – por isso chamamos de banca os que avaliam os trabalhos de conclusão de curso -. Esta banca priorizava dois pontos: Qualidade e Habilidade. Se o aprendiz tivesse sucesso ele teria o direito de abrir sua própria oficina e receber seu titulo de mestre. E era extremamente esse fator “qualidade” eu impedia que houvessem oficinas demais, fabricando demais, onde os produtos seriam de qualidade inferior, onde “manchariam” o emprego do ofício, , que até o século XVIII se fazia da mais alta honra e que também explica porque um jornaleiro mesmo tendo maior conhecimento que um aprendiz não chegaria ao posto de mestre, a não ser que voltasse a condição de aprendiz. Esses fatores foram culminantes no atraso da evolução do sistema capitalista que mais tarde seria inevitável.
Quando surgem algumas idéias mais liberais nesse mesmo período, o contexto muda e se começa a pensar em uma produção em maior escala, isso é claro, por alguns mestres apenas. O que justifica isso é que nas oficinas os mestres só aceitavam encomendas de produtos até onde havia capacidade de produção com qualidade, e que era bem limitada, pois ele sozinho passava por todas as etapas da formação do produto, por exemplo, se fosse um sapato, seria desde o abate do boi até os últimos detalhes da costura. Em conseguinte, durante a transição para a manufatura o trabalho começa a se transformar em coletivo, onde os próprios mestres que detinha todo o conhecimento sobre o ofício começam a ter apenas uma especificação sobre a produção de terminado aspecto, gerando um afunilamento do conhecimento, criando uma cadeia de pessoas especializadas e que, segundo Marx, aprimoravam tanto seu conhecimento em uma única área a ponto dos próprios trabalhadores adquirissem habilidade para produzir muito em menos tempo e sem tanto cansaço, como se a mente se desligasse e com que o trabalho fosse repetitivo e automático.
Isso gerou uma desvalorização do ofício, que era passado em gerações e como o conhecimento sobre determinado ofício era enorme, existia um status no período, o que não era fácil de conseguir em um sistema feudal. Quando o trabalho se torna especializado e programado, o trabalhador começa a repudiar sua função, gerando uma conseqüência mais contemporânea, o trabalhador não mantém a mesma função, sempre mudando de emprego abrindo um leque de especificações, mas nunca um conhecimento completo. A partir de transição a manufatura se divide em duas, a manufatura orgânica e a heterogênea. A orgânica se caracteriza pelo trabalho especifico e coletivo de UM MESMO OFÍCIO para uma criação em larga escala. Já o trabalho na manufatura heterogênea se caracteriza pela mistura de ofícios, onde cada indivíduo especializado faz uma peça para criar um produto que tem o resultado de vários sistemas, cada um em pontos específicos, como ,por exemplo, um trem, onde precisasse de um carpinteiro, um ferreiro e etc.
Então, apenas colocando em debate a transição do ofício para a manufatura, percebe-se como o alguns pontos são relevantes em cada sistema, desde priorizar a qualidade e deixá-la de lado, ao repúdio pelo trabalho que antes era motivo de orgulho.
Por: Gabriel Barbosa Rossi
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Monopolização dos ''meios de produção''.
Como dito antes, a produção de mercadorias para o comércio caracteriza o capitalismo. Mas, não um caráter suficiente para definir o capitalismo. Necessitam-se de outras características. Porque é totalmente possível uma produção de mercadorias não ser capitalista. Por exemplo, a produção feita por pequenos artesãos, como encontrados nas ruas das grandes cidades. Eles produzem para o mercado, e são, por consequência, mercadorias, e sua produção é uma produção de mercadorias.
Porém, no caso dos artesãos quanto em tantos outros casos, trata-se de uma produção comum, e não de uma produção capitalista. Para que a produção dos artesãos sejam uma produção capitalista, é preciso que, de um lado, os meios de produção se convertam em uma propriedade. Uma propriedade de uma classe pouco numerosa de pessoas conhecidas como ''burgueses''. E, que pelo outro lado, os artesãos se tornem operários que trabalham na fábricas desses burgueses.
Deduzimos, então, que a monopolização dos meios de produção, e a própria produção capitalista trazem a ruína da maioria (como no exemplo dos operários) e o sucesso da minoria (os burgueses). Essa é a base de toda economia capitalista. E tem um efeito que deve ser considerado o mais importante: Enquanto os ricos enriquecem, os pobres acabam ficando mais pobres. Portanto, é impossível viver em uma igualdade enquanto o capitalismo existir. E o capitalismo não acabará enquanto houver a propriedade privada e o lucro dos burgueses.
E, nesse ponto, concordamos com Proudhon. ''A propriedade privada é um roubo''. Porque, enquanto está na mão de uma pequena porcentagem de pessoas ricas, é de impossível acesso para as camadas mais baixas. E, por isso, é necessário a abolição da propriedade privada. Sendo de igual necessidade a abolição do meio de produção capitalista.
Portanto, a monopolização dos meios de produção, que pertencem aos burgueses, é a segunda característica do capitalismo.
Por: Uriel Dias de Oliveira
Porém, no caso dos artesãos quanto em tantos outros casos, trata-se de uma produção comum, e não de uma produção capitalista. Para que a produção dos artesãos sejam uma produção capitalista, é preciso que, de um lado, os meios de produção se convertam em uma propriedade. Uma propriedade de uma classe pouco numerosa de pessoas conhecidas como ''burgueses''. E, que pelo outro lado, os artesãos se tornem operários que trabalham na fábricas desses burgueses.
Deduzimos, então, que a monopolização dos meios de produção, e a própria produção capitalista trazem a ruína da maioria (como no exemplo dos operários) e o sucesso da minoria (os burgueses). Essa é a base de toda economia capitalista. E tem um efeito que deve ser considerado o mais importante: Enquanto os ricos enriquecem, os pobres acabam ficando mais pobres. Portanto, é impossível viver em uma igualdade enquanto o capitalismo existir. E o capitalismo não acabará enquanto houver a propriedade privada e o lucro dos burgueses.
E, nesse ponto, concordamos com Proudhon. ''A propriedade privada é um roubo''. Porque, enquanto está na mão de uma pequena porcentagem de pessoas ricas, é de impossível acesso para as camadas mais baixas. E, por isso, é necessário a abolição da propriedade privada. Sendo de igual necessidade a abolição do meio de produção capitalista.
Portanto, a monopolização dos meios de produção, que pertencem aos burgueses, é a segunda característica do capitalismo.
Por: Uriel Dias de Oliveira
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Da produção no regime capitalista.
Primeiro, se repararmos como se desenvolveu a produção no regime capitalista, notaremos que, deste modo de produção, originam-se mercadorias. Mercadoria não é um produto qualquer. É, antes de tudo, um produto destinado ao mercado. Ou seja, para suprir necessidades gananciosas e para o lucro. O que diferencia o produto de uma mercadoria é que o primeiro é destinado a atender nossa própria necessidade.
Por exemplo, quando um camponês faz sua plantação de trigo. E, do trigo, faz pão, é somente um produto. Quando um latifundiário planta milhões de sementes de trigo, e produz pão para que seja vendido em um grande mercado consumidor, o pão se torna uma mercadoria. O produto, portanto, se torna mercadoria quando é produzido e vendido, pertencendo ao comprador, e não ao produtor.
No meio de produção do regime capitalista, tudo produzido é destinado à venda. Tudo é mercadoria. Porque o fabricante não faz para seu próprio consumo. Faz com a finalidade do lucro. Da venda. No capitalismo tudo se passa assim, seja qual for o produto.
E a produção de mercadorias pressupõe a presença de propriedade privada. E sempre que existe propriedade privada, ou mercadoria, há uma coisa chamada de ''concorrência'', caracterizada como uma luta em torno do comprador.
Sendo assim, a primeira característica do regime capitalista é a produção de mercadorias, que seriam produtos destinados ao mercado.
Por exemplo, quando um camponês faz sua plantação de trigo. E, do trigo, faz pão, é somente um produto. Quando um latifundiário planta milhões de sementes de trigo, e produz pão para que seja vendido em um grande mercado consumidor, o pão se torna uma mercadoria. O produto, portanto, se torna mercadoria quando é produzido e vendido, pertencendo ao comprador, e não ao produtor.
No meio de produção do regime capitalista, tudo produzido é destinado à venda. Tudo é mercadoria. Porque o fabricante não faz para seu próprio consumo. Faz com a finalidade do lucro. Da venda. No capitalismo tudo se passa assim, seja qual for o produto.
E a produção de mercadorias pressupõe a presença de propriedade privada. E sempre que existe propriedade privada, ou mercadoria, há uma coisa chamada de ''concorrência'', caracterizada como uma luta em torno do comprador.
Sendo assim, a primeira característica do regime capitalista é a produção de mercadorias, que seriam produtos destinados ao mercado.
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